AO GESTOR DEMENTE* por: Tito Lívio
"Digníssimo", "grandioso" Gestor Demente.
Apetite voraz e caráter dissoluto
Capacidade de gerir como um maluco
A combalida cidadezinha inocente.
Mensageiro do terror e dos suplícios
Capaz de suplantar a felicidade
Demônio obscuro da maldade
Portador inconteste de todos os vícios.
Maldito seja teu insignificante legado
Que os ventos só trazem a desgraça
Tua vida se derrama em cachaça
Teu compromisso nunca é honrado.
Tu és a universal grandeza do horror
"Maior" até que o Hércules o Universal Colosso
Tua essência se reduz ao espírito de porco
Eis o "sabichão" o rei do desamor.
Brandindo os teus uivos e gritos bestiais
Assombrando a esperança adormecida
Eis a forma diminuta da lombriga
Eis a desgraça de nossos carnavais.
Com ações tortas como a sua vida
Tem sorriso amarelo de doença
Combatente impávido de outra crença
Eis o porta-bandeira da mentira.
1,9 a média geral. Isto já se entende.
Mais cadê o Gestor o afoito o Demente
Que não encontra a solução
Preferindo atingir todos com tiro de canhão?
Afinal, eis o "maior", o mais "capaz",
Apresentador da "brilhante" Solução
"Tempestuoso", o mais "loquaz".
Exemplo "digníssimo" de nossa administração.
Incapaz de insistir em outro terreno
Cerne de um pensamento apodrecido
Digno de um conjunto de estribo
Eis destilador do mais podre veneno.
Defende sem pudor esse aborto
Amando, espalhando sua paixão,
Deixando até o mais humilde absorto
Tu chamas isto de gestão?
E se achando na razão e no direito
Governas com rancor e com maldade
Os escombros de uma bela cidade
Com esse pensamento pífio e Canhestro.
Não esperem um comportamento libertário
De um espírito patético e doente,
Que já nasce com o pensamento acorrentado
Ele é o tolo, o típico subserviente.
Mas não terminou aqui. Não!
Ainda insisto no mesmo campo
Deixa de derramar esse teu pranto
Conte para nós sua contribuição.
Talvez possa ser reduzida a menor,
Parte destacada do papel higiênico
Mas deixe ignorante, ignóbil ser blasfemo,
De atacar a cidade com rancor.
Resta apenas saber pelo veneno letal
Da voz, da caneta, da palavra e do grito
Se tu eis realmente o grandioso o maioral
Ou não passas de um amontoado de podre lixo.
* Uma justa e necessária homenagem a todos os políticos que nos útilmos Trinta anos vem transformando nossos sonhos em pesadelos e nosso município num Lupanar.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário