Observando a situação dos professores do município de Pedro Velho, categoria a qual pertenço e me identifico, e o momento ímpar de luta pela melhoria do salário base, vejo uma espécie de grito dos excluídos às avessas. E os gritos ecoam como balas no escuro e sem direção, entretanto, uma me atingiu; e por isso, chegou à hora da verdade. Vamos ver o quanto de verdade somos capazes de suportar.
A situação do aumento salarial da categoria era previsível. Eu avisei. Mas quem me ouviu? O primeiro tiro veio de uma professora afirmando que eu estou contra a categoria e não sou mais do sindicato. Ora! Eu sempre fui categoria, fui o primeiro a me filiar ao Sinte como fundador do Núcleo Sindical de Pedro Velho e serei o último a sair. Pertenço ao sindicato e sou coerente com sua luta. O mesmo sindicato que a colega professora nunca respaldou. Não sabe o que é uma Assembléia, pois nunca participou. Agora, é assídua. Sempre disse: fui convidado para fazer um trabalho na Secretaria de Educação de cunho pedagógico e vi nele uma oportunidade de conseguir para a categoria o que sempre nos foi negado. Lutei durante os oito anos da gestão anterior, sendo ridicularizado por parte da própria categoria, quando eu pedia para incorporar a regência de classe ao salário base e nunca fui ouvido, aliás, o Núcleo Sindical de Pedro Velho nunca foi ouvido. Agora, na Secretaria de Educação, consegui o apoio da Secretária, da Equipe Pedagógica e do Prefeito Jalmir para incorporar a regência e aumentar a base salarial em 15%. Fizemos isso em 2006. E aí, colega professora? Quando foi melhor para o seu bolso? Quando eu estava no front do rejeitado SINTE daqueles anos ou agora? Você só vai entender isso se fizer, pelo menos, um ano de Sociologia.
Quanto ao aumento, é lamentável que um grupo de 20 professores (G20) tenham criado tal situação. Um grupo que prejudicou 160 professores, inclusive eles próprios, tudo para não "magoar" o gestor anterior. Hoje, não querem assumir a irresponsabilidade de ter contribuído para um congelamento do salário do professor de nível superior durante oito anos, e atualmente, posam de donos e donas da razão com um discurso de que não se deve olhar para o passado. Por quê? Só devemos olhar para o passado para ver quem era da luta na frente sindical? É fato. Antes, a categoria se dividia em "os idiotas" que faziam parte do sindicato, na concepção do G20, e o restante dos 105 professores na época. Os ditos "idiotas" e outros adjetivos pejorativos arraigados na minha mente, contavam 10 profissionais. Os 10 que queriam aumento da base salarial, incorporação da regência, meia semana (que foi extinta), um Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos democrático, e fomos derrotados pelo G20 que se apresentava como advogados do prefeito entre 1999 e 2004.
Foi assim quando defendemos a regência integral e, sem força e sem respaldo da maioria, perdemos. Foi colocado 30% e retirado 12,5% da meia semana já conquistada. Queríamos manter a meia semana, pois não concordamos em reduzir direitos e salários da categoria. Ficou 17,5 % sob aceitação da maioria. Queríamos o aumento da base, por orientação do Sinte, o G20 e a maioria defendiam o rateio e alegava que não podia ter aumento. Como não podia ter aumento se tinha dinheiro sobrando para ratear? E a base continuava congelada. Para se ter uma idéia, de março 2003 a março 2008, a base salarial do professor de nível médio aumentou 169,00 e do superior 139,00 em 5 anos. Se tirarmos a incorporação da regência e o aumento de 15% em 2006, no governo atual, a situação era bem pior.
O agravante dessas perdas repousa em 1998/1999 até 2005, que para fazer concurso o prefeito da gestão anterior reduziu o salário do professor que ainda não era efetivo. Uma perda de 70,00. Soma-se a isto, 8 anos sem reajuste; perda de 12,5% da meia semana; rateio ao invés de aumento da base. A sorte do professor foi os títulos que conseguiu com bastante esforço e a Licenciatura, exigências do Governo Federal. Em tempos de FUNDEF que foi criado para melhorar o salário do professor e a educação, infelizmente, Pedro Velho não foi colocado em anexo. Só restou tomar os microfones da boca de quem reclamava, enquanto o G20 e a maioria aplaudiam.
Esse grupo do G20 plantou na Educação de Pedro Velho e no bolso do professor, a "semente do mal", e hoje, os outros 160 professores, me incluindo, estão comendo o "fruto do mal"; o mesmo grupo prejudicou também os novos professores do Ensino Infantil, que agora pertencem ao FUNDEB e, têm direito garantido por Lei.
Desse modo, também levei a culpa de ter permitido a entrada dos professores do Ensino Infantil no FUNDEB. Alguns integrantes do G20, hoje, com pose de donos da verdade queriam resolver o problema do aumento excluindo os professores do Ensino Infantil alegando enxugar a Folha. Como eu não aceitei e defendi os profissionais, fui ameaçado de levar uma "rasteira". Será que não bastou o que recebi durante 8 anos? Enquanto eu continuar no Conselho do FUNDEB, irei defender os professores do Ensino Infantil que antes não eram lembrados para eventos pedagógicos, cursos, Semana Pedagógica nem rateios e vou defender quem realmente se identifica com a categoria sem Partido Político, e trabalham para o aluno. E é bom que os professores em geral conheçam a história da categoria em Pedro Velho, para saber quem é quem, e quem são os verdadeiros vilões da história.
É duro dizer isso, mas o Sindicato está sendo enganado. Primeiro, porque o Sinte em Pedro Velho foi fundado por mim e mais 9 professores debaixo das ameaças do Secretário Adjunto da época: "quem for a Assembléia do Sindicato será demitido". Mesmo assim, apareceram 45 corajosos, e fundamos o Núcleo Sindical em 17 de novembro de 2001. Analisem e percebam que há uma incoerência em quem representa a categoria no município hoje. Incoerência maior é ver numa assembléia do Sinte em Pedro Velho, alguns professores que nunca se identificaram enquanto tal categoria e o G20 que não sabia nem onde sentar. Nunca compareceram. Não sabiam como era. Segundo, refere-se à atuação do Núcleo Sindical de Pedro Velho criado em 2001. Em meu nome e sem registro oficial, apenas uma Ata de Fundação e sem respaldo da maioria, enviei ofícios ao prefeito entre 2001 e 2004 pedindo aumento e outros direitos para a categoria. Eu queria a Folha de Pagamento detalhada, extratos do Banco do Brasil e tudo o que a categoria tinha direito de ver. Afinal, o dinheiro do FUNDEF pertencia aos professores. Sempre obtive resposta da seguinte forma: "não há condições para aumento e esses documentos só podem ser enviados a pessoas jurídicas". Isso, sem mostrar argumentos ou números, e com o aval do G20. E por fim, parte do G20 era integrante dos Conselhos (FUNDEF e Educação) que vou evitar comentá-los. Todos já sabemos como era a atuação.
Na gestão anterior e sob elogios do G20, além de esconder os números e as Folhas; houve algo maior para enterrar as esperanças dos professores. Em outubro de 2004, foi enviado à Câmara de Vereadores o Estatuto do Magistério Municipal, Lei específica que regulamentava os direitos e deveres da categoria e dá outras providências, em outras palavras, entendemos, nosso contracheque, bolso, salário. Em nada acrescentou ao professor, hoje estamos sentindo no bolso o prejuízo. Foi feito às pressas, após derrota da chapa do prefeito nas eleições em outubro de 2004, e as portas fechadas, às escondidas, não se sabe onde. Ninguém foi consultado. Acho que o G20 sabe onde foi, mas hoje ninguém quer levantar o braço e dizer que opinou ou participou. Ninguém quer assumir a culpa.
Atualmente, estamos analisando o novo Plano com o procedimento mais adequado e democrático possível. Todos os professores foram consultados; o Sindicato foi ouvido. Leu, sugeriu e pode opinar com Assessoria Jurídica; foi criada uma Comissão de Análise, de forma democrática, em cada escola escolhendo um representante. O Plano está sendo analisado artigo por artigo. E ainda tem gente dizendo que está sendo feito as escondidas. Pode? O Endereço é Rua Professora Elizabete de Castro, Centro, Pedro Velho, RN. (Secretaria Municipal de Educação 2008).
Além desses entraves na atuação do Núcleo de 2001, teve muito mais e não dá para citar tudo, apenas, quero resumir dizendo que houve: boicotes as Assembléias do Sinte; dificuldade inicial de repasse de 1% ao Sinte descontado em contracheque; repasse do salário mínimo apenas ao nível médio DISCRIMINANDO o Professor Formado; perseguição aos membros do Núcleo com corte de transporte, de obrigação do Poder Público. Aliás, toda obrigação do Poder Público, na época, era visto pelo G20 como grande favor aos profissionais da educação. Vícios do coronelismo.
Porquanto, quero deixar claro que eu estou fazendo a minha parte pela educação, pelas condições de trabalho e pelo bolso do professor. Não tenho mágoas de nenhum professor. Sou professor. Estou na Coordenação Pedagógica a convite da Secretária e do Senhor Prefeito para realizar um trabalho. Alguém confiou para minha competência, procuro fazer as coisas acontecerem na educação, prezando pelo bom funcionamento e qualidade. Porém, não fomos educados para isso. Não fomos educados nem para receber críticas. Mas digo, sairei dessa função de cabeça erguida, sem medo da palavra "psicologismo" e voltarei "rindo" para fazer meu trabalho em sala de aula, por que o meu patrão não é o prefeito nem a secretária, é o aluno. Agora todos sabem a quem foi atribuída à carapuça dos psicologismos. É bom que os professores do município conheçam quem tem passado limpo na educação e saibam quais os verdadeiros vilões da história. É fácil dizer: "eu não fiz nada", "não contribui para essa situação", mas as evidências do passado supera a falsidade das palavras no presente. Eu tenho boa memória. Estou com uma Equipe de Trabalho Pedagógico que faz educação com outra visão, sem feijoada doce para a maioria dos professores em eventos, enquanto um banquete era montado numa sala vizinha da escola nas "ventas" de todos nós. Todo mundo achava ridículo, comentava aos cochichos, mas ninguém "rasgava o verbo". Imaginemos se fosse hoje!
Gostaria de dizer que o atual prefeito foi o único nos últimos 15 anos que deu aumento real aos professores, e vejo que ele está fazendo um sacrifício para superar a situação da "árvore do mal" visando aumento em 2008. Acredito que consiga, pois, todos os professores merecem. Inclusive aqueles que nunca foram as Assembléias do Sinte. Quanto à Secretária de Educação, de quem alguns professores esperavam retaliação em relação às reivindicações, ela defende a idéia de que "é um direito da categoria, mas o aluno também tem direito".
Portanto, quero dizer a todos os professores. Os Conselhos do FUNDEB e da Educação estão atuando tendo em vista melhorar as condições de pagamento da Folha e disponibilizamos toda e qualquer documentação, antes escondida, na Secretaria Municipal de Educação contendo Folha detalhada de pagamento, extratos do Banco do Brasil, Cartilha Informativa etc. Está à disposição de qualquer professor. E o Sinte que agora está inserido no processo e tem vez, também tem todas as informações necessárias para ajudar a fiscalizar e opinar por uma educação melhor para todos. Se o destino comprovar a música do Cazuza "O tempo não pára", todos nós veremos como serão as Assembléias do Sinte em 2009 e a situação do salário do professor, bem como o acesso às informações. Diz a letra: "Eu vejo o futuro repetir o passado, eu vejo um museu de grandes novidades..."
É terrível quando o cunho político partidário mexe com a cabeça das pessoas para gerar interpretações cegas que comprometem o verdadeiro sentido do texto. Vamos ser proficientes na leitura e entender que a intenção comunicativa desse texto é entender o passado, observar o presente e planejar o futuro. Estou me colocando na defesa da classe educadora, querendo aumento real, mas mostrando o que é possível colher algo de bom em meio a tanta defasagem de 8 anos. Espero que o novo Plano traga aos professores melhor conforto e justiça. E agora vamos pensar: quem são os vilões da história? Será que são os mesmos que colocam faixas pedindo reajuste e conclamam os vereadores para não ter reajuste? Que contradição! Mais uma vez, prejudicando a maioria que merece e quer aumento. É lamentável
A situação do aumento salarial da categoria era previsível. Eu avisei. Mas quem me ouviu? O primeiro tiro veio de uma professora afirmando que eu estou contra a categoria e não sou mais do sindicato. Ora! Eu sempre fui categoria, fui o primeiro a me filiar ao Sinte como fundador do Núcleo Sindical de Pedro Velho e serei o último a sair. Pertenço ao sindicato e sou coerente com sua luta. O mesmo sindicato que a colega professora nunca respaldou. Não sabe o que é uma Assembléia, pois nunca participou. Agora, é assídua. Sempre disse: fui convidado para fazer um trabalho na Secretaria de Educação de cunho pedagógico e vi nele uma oportunidade de conseguir para a categoria o que sempre nos foi negado. Lutei durante os oito anos da gestão anterior, sendo ridicularizado por parte da própria categoria, quando eu pedia para incorporar a regência de classe ao salário base e nunca fui ouvido, aliás, o Núcleo Sindical de Pedro Velho nunca foi ouvido. Agora, na Secretaria de Educação, consegui o apoio da Secretária, da Equipe Pedagógica e do Prefeito Jalmir para incorporar a regência e aumentar a base salarial em 15%. Fizemos isso em 2006. E aí, colega professora? Quando foi melhor para o seu bolso? Quando eu estava no front do rejeitado SINTE daqueles anos ou agora? Você só vai entender isso se fizer, pelo menos, um ano de Sociologia.
Quanto ao aumento, é lamentável que um grupo de 20 professores (G20) tenham criado tal situação. Um grupo que prejudicou 160 professores, inclusive eles próprios, tudo para não "magoar" o gestor anterior. Hoje, não querem assumir a irresponsabilidade de ter contribuído para um congelamento do salário do professor de nível superior durante oito anos, e atualmente, posam de donos e donas da razão com um discurso de que não se deve olhar para o passado. Por quê? Só devemos olhar para o passado para ver quem era da luta na frente sindical? É fato. Antes, a categoria se dividia em "os idiotas" que faziam parte do sindicato, na concepção do G20, e o restante dos 105 professores na época. Os ditos "idiotas" e outros adjetivos pejorativos arraigados na minha mente, contavam 10 profissionais. Os 10 que queriam aumento da base salarial, incorporação da regência, meia semana (que foi extinta), um Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos democrático, e fomos derrotados pelo G20 que se apresentava como advogados do prefeito entre 1999 e 2004.
Foi assim quando defendemos a regência integral e, sem força e sem respaldo da maioria, perdemos. Foi colocado 30% e retirado 12,5% da meia semana já conquistada. Queríamos manter a meia semana, pois não concordamos em reduzir direitos e salários da categoria. Ficou 17,5 % sob aceitação da maioria. Queríamos o aumento da base, por orientação do Sinte, o G20 e a maioria defendiam o rateio e alegava que não podia ter aumento. Como não podia ter aumento se tinha dinheiro sobrando para ratear? E a base continuava congelada. Para se ter uma idéia, de março 2003 a março 2008, a base salarial do professor de nível médio aumentou 169,00 e do superior 139,00 em 5 anos. Se tirarmos a incorporação da regência e o aumento de 15% em 2006, no governo atual, a situação era bem pior.
O agravante dessas perdas repousa em 1998/1999 até 2005, que para fazer concurso o prefeito da gestão anterior reduziu o salário do professor que ainda não era efetivo. Uma perda de 70,00. Soma-se a isto, 8 anos sem reajuste; perda de 12,5% da meia semana; rateio ao invés de aumento da base. A sorte do professor foi os títulos que conseguiu com bastante esforço e a Licenciatura, exigências do Governo Federal. Em tempos de FUNDEF que foi criado para melhorar o salário do professor e a educação, infelizmente, Pedro Velho não foi colocado em anexo. Só restou tomar os microfones da boca de quem reclamava, enquanto o G20 e a maioria aplaudiam.
Esse grupo do G20 plantou na Educação de Pedro Velho e no bolso do professor, a "semente do mal", e hoje, os outros 160 professores, me incluindo, estão comendo o "fruto do mal"; o mesmo grupo prejudicou também os novos professores do Ensino Infantil, que agora pertencem ao FUNDEB e, têm direito garantido por Lei.
Desse modo, também levei a culpa de ter permitido a entrada dos professores do Ensino Infantil no FUNDEB. Alguns integrantes do G20, hoje, com pose de donos da verdade queriam resolver o problema do aumento excluindo os professores do Ensino Infantil alegando enxugar a Folha. Como eu não aceitei e defendi os profissionais, fui ameaçado de levar uma "rasteira". Será que não bastou o que recebi durante 8 anos? Enquanto eu continuar no Conselho do FUNDEB, irei defender os professores do Ensino Infantil que antes não eram lembrados para eventos pedagógicos, cursos, Semana Pedagógica nem rateios e vou defender quem realmente se identifica com a categoria sem Partido Político, e trabalham para o aluno. E é bom que os professores em geral conheçam a história da categoria em Pedro Velho, para saber quem é quem, e quem são os verdadeiros vilões da história.
É duro dizer isso, mas o Sindicato está sendo enganado. Primeiro, porque o Sinte em Pedro Velho foi fundado por mim e mais 9 professores debaixo das ameaças do Secretário Adjunto da época: "quem for a Assembléia do Sindicato será demitido". Mesmo assim, apareceram 45 corajosos, e fundamos o Núcleo Sindical em 17 de novembro de 2001. Analisem e percebam que há uma incoerência em quem representa a categoria no município hoje. Incoerência maior é ver numa assembléia do Sinte em Pedro Velho, alguns professores que nunca se identificaram enquanto tal categoria e o G20 que não sabia nem onde sentar. Nunca compareceram. Não sabiam como era. Segundo, refere-se à atuação do Núcleo Sindical de Pedro Velho criado em 2001. Em meu nome e sem registro oficial, apenas uma Ata de Fundação e sem respaldo da maioria, enviei ofícios ao prefeito entre 2001 e 2004 pedindo aumento e outros direitos para a categoria. Eu queria a Folha de Pagamento detalhada, extratos do Banco do Brasil e tudo o que a categoria tinha direito de ver. Afinal, o dinheiro do FUNDEF pertencia aos professores. Sempre obtive resposta da seguinte forma: "não há condições para aumento e esses documentos só podem ser enviados a pessoas jurídicas". Isso, sem mostrar argumentos ou números, e com o aval do G20. E por fim, parte do G20 era integrante dos Conselhos (FUNDEF e Educação) que vou evitar comentá-los. Todos já sabemos como era a atuação.
Na gestão anterior e sob elogios do G20, além de esconder os números e as Folhas; houve algo maior para enterrar as esperanças dos professores. Em outubro de 2004, foi enviado à Câmara de Vereadores o Estatuto do Magistério Municipal, Lei específica que regulamentava os direitos e deveres da categoria e dá outras providências, em outras palavras, entendemos, nosso contracheque, bolso, salário. Em nada acrescentou ao professor, hoje estamos sentindo no bolso o prejuízo. Foi feito às pressas, após derrota da chapa do prefeito nas eleições em outubro de 2004, e as portas fechadas, às escondidas, não se sabe onde. Ninguém foi consultado. Acho que o G20 sabe onde foi, mas hoje ninguém quer levantar o braço e dizer que opinou ou participou. Ninguém quer assumir a culpa.
Atualmente, estamos analisando o novo Plano com o procedimento mais adequado e democrático possível. Todos os professores foram consultados; o Sindicato foi ouvido. Leu, sugeriu e pode opinar com Assessoria Jurídica; foi criada uma Comissão de Análise, de forma democrática, em cada escola escolhendo um representante. O Plano está sendo analisado artigo por artigo. E ainda tem gente dizendo que está sendo feito as escondidas. Pode? O Endereço é Rua Professora Elizabete de Castro, Centro, Pedro Velho, RN. (Secretaria Municipal de Educação 2008).
Além desses entraves na atuação do Núcleo de 2001, teve muito mais e não dá para citar tudo, apenas, quero resumir dizendo que houve: boicotes as Assembléias do Sinte; dificuldade inicial de repasse de 1% ao Sinte descontado em contracheque; repasse do salário mínimo apenas ao nível médio DISCRIMINANDO o Professor Formado; perseguição aos membros do Núcleo com corte de transporte, de obrigação do Poder Público. Aliás, toda obrigação do Poder Público, na época, era visto pelo G20 como grande favor aos profissionais da educação. Vícios do coronelismo.
Porquanto, quero deixar claro que eu estou fazendo a minha parte pela educação, pelas condições de trabalho e pelo bolso do professor. Não tenho mágoas de nenhum professor. Sou professor. Estou na Coordenação Pedagógica a convite da Secretária e do Senhor Prefeito para realizar um trabalho. Alguém confiou para minha competência, procuro fazer as coisas acontecerem na educação, prezando pelo bom funcionamento e qualidade. Porém, não fomos educados para isso. Não fomos educados nem para receber críticas. Mas digo, sairei dessa função de cabeça erguida, sem medo da palavra "psicologismo" e voltarei "rindo" para fazer meu trabalho em sala de aula, por que o meu patrão não é o prefeito nem a secretária, é o aluno. Agora todos sabem a quem foi atribuída à carapuça dos psicologismos. É bom que os professores do município conheçam quem tem passado limpo na educação e saibam quais os verdadeiros vilões da história. É fácil dizer: "eu não fiz nada", "não contribui para essa situação", mas as evidências do passado supera a falsidade das palavras no presente. Eu tenho boa memória. Estou com uma Equipe de Trabalho Pedagógico que faz educação com outra visão, sem feijoada doce para a maioria dos professores em eventos, enquanto um banquete era montado numa sala vizinha da escola nas "ventas" de todos nós. Todo mundo achava ridículo, comentava aos cochichos, mas ninguém "rasgava o verbo". Imaginemos se fosse hoje!
Gostaria de dizer que o atual prefeito foi o único nos últimos 15 anos que deu aumento real aos professores, e vejo que ele está fazendo um sacrifício para superar a situação da "árvore do mal" visando aumento em 2008. Acredito que consiga, pois, todos os professores merecem. Inclusive aqueles que nunca foram as Assembléias do Sinte. Quanto à Secretária de Educação, de quem alguns professores esperavam retaliação em relação às reivindicações, ela defende a idéia de que "é um direito da categoria, mas o aluno também tem direito".
Portanto, quero dizer a todos os professores. Os Conselhos do FUNDEB e da Educação estão atuando tendo em vista melhorar as condições de pagamento da Folha e disponibilizamos toda e qualquer documentação, antes escondida, na Secretaria Municipal de Educação contendo Folha detalhada de pagamento, extratos do Banco do Brasil, Cartilha Informativa etc. Está à disposição de qualquer professor. E o Sinte que agora está inserido no processo e tem vez, também tem todas as informações necessárias para ajudar a fiscalizar e opinar por uma educação melhor para todos. Se o destino comprovar a música do Cazuza "O tempo não pára", todos nós veremos como serão as Assembléias do Sinte em 2009 e a situação do salário do professor, bem como o acesso às informações. Diz a letra: "Eu vejo o futuro repetir o passado, eu vejo um museu de grandes novidades..."
É terrível quando o cunho político partidário mexe com a cabeça das pessoas para gerar interpretações cegas que comprometem o verdadeiro sentido do texto. Vamos ser proficientes na leitura e entender que a intenção comunicativa desse texto é entender o passado, observar o presente e planejar o futuro. Estou me colocando na defesa da classe educadora, querendo aumento real, mas mostrando o que é possível colher algo de bom em meio a tanta defasagem de 8 anos. Espero que o novo Plano traga aos professores melhor conforto e justiça. E agora vamos pensar: quem são os vilões da história? Será que são os mesmos que colocam faixas pedindo reajuste e conclamam os vereadores para não ter reajuste? Que contradição! Mais uma vez, prejudicando a maioria que merece e quer aumento. É lamentável

9 comentários:
Cara já havia lido este artigo, e agora tô passando só pra dizer q finalmente alguém teve coragem e decência pra falar sobre esse bando de hipócritas. Só tá faltando a lista com os nomes dos q fazem o G20. Afinal, é preciso dar nomes aos bois,vacas,cobras e largatos, enfim toda essa bicharada sem valor, sem vergonha, sem moral,sem dignidade, sem escrúpulos e ridícula, q finge fazer algo pela educação e pelo município.
E tem muito mais a ser dito, vcs sabem disso, a podridão é grande... A todos vcs, sucesso e sempre sustentem a bandeira da verdade, doa a quem doer.Um abç.
CONHECEMOS AS PARTES, MAS, ONDE ESTAR O TODO?
Esse texto de Cledenilson é bastante esclarecedor e nos dar uma dimensão de quem está contra ou a favor da educação, pelo menos naquilo que foi colocado. Claro que até o momento não tivemos nem uma contra-resposta as colocações e esclarecimento de Cledenilson, levando a crer, pelo menos até esse instante, que ele está com a razão. Seria interessante, até pra esquentar e dar mais conteúdo ao debate, que tivesse uma contra-argumentação, caso ela exista, trazendo novos esclarecimentos e, a partir daí, pudéssemos ponderar a respeito de quem fala a verdade. Entretanto, queria deixar minha contribuição critica ao texto do colega Cledenilson:
Há uma série de fatores que influenciam na qualidade da educação em nosso município como, também, há uma série de fatores que influenciam na saúde, agricultura, meio ambiente, geração de emprego e renda etc. fazer uma análise de problemas que envolvem uma infinidade de aspectos levando-se em consideração apenas 1, é, ao meu ver um pensamento reducionista e cartesiano. É querer desmembrar as partes para se chegar ao todo, ou seja: o coração é estudado como se fosse separado do corpo, como se não tivesse nenhuma ligação com o mesmo. Da mesma forma a educação e seus problemas, são apresentadas aos nossos olhos como se houvessem um único “culpado”, como se a sociedade, as administrações não fizessem parte dessa estrutura que desorganiza muito mais que organiza.
O Colega Cledenilson acerta quando nos apresenta de forma clara, pelo menos até o momento, como se deu o desenrolar da questão salarial dos professores desde a gestão anterior até a ocasião, e erra quando afirma que o atual prefeito vem fazendo esforços para sanar a “árvore do mal”, isso é um paradoxo dos mais hilários e perigosos que existe até porque o mal não pode curar o próprio mal. Desde Os Psicologismos Baratos da Educação que o nobre colega apresenta uma tendência de analisar as partes sem “enxergar” o todo. Não temos ai um problema de psicologismo?
Após ler os comentários dos colegas, quero agradecer a Kátia pelo apoio ao combate à hipocrisia. Sabemos quem faz parte do G20 pq estamos no processo da educação e em contato com as escolas. Não é novidade nem difícil identificar quem realmente está do lado da categoria e da educação e do lado da politicagem que usa a crítica pela crítica sem argumentação. Também, que valor tem uma crítica de quem tem passado sujo na educação? Quanto ao meu amigo Tito, sempre coerente nos seus comentários, digo, não vejo somente as partes, sou fã da teoria da Gestalt e acho que "nem sempre" a soma das partes é mais importante que o todo. Apenas, há de se reconhecer que o governo atual deu ao professor formado o que antes era negado: aumento de 15% em 2006 e 10% em 2008. É para soltar fogos? Não, é dá a Cezar o que é Cezar. E isso não é psicologismo, sabemos que muitas falhas na gestão atual, mas não podemos esconder a verdade quanto aos aumentos dos salários. Seria psicologismo se escondêssemos essa verdade e mais psicologismo se censurássemos essa informação. Alías, censura não combina com o Arroto. Cledenilson.
DAR A CEZAR O QUE É DE CEZAR. E O QUE NÃO É DE CEZAR?
Nobre amigo Cledenilson, com certeza você não interpretou o comentário como uma acusação e sim como uma observação, porém, essa será, talvez, a última observação que faço a respeito do seu artigo, para não ficar, o debate, polarizado entre nós dois. Seria interessante, que você como professor fizesse uma divulgação com seus alunos e uma divulgação mais ampla, para podermos ter mais e mais pessoas participando e dando a sua opinião. Quero lembrar também – e isso você deve esclarecer para espantar o medo das pessoas – que, nos comentários a identificação não é obrigatória, sendo apenas a obrigatoriedade para quem quiser postar uma matéria sobre qualquer assunto, no BLOG .
Quando faço uma abordagem, procuro me munir de informações e fatos que comprovem a “veracidade” do que estar sendo abordado, ou vou atrás delas. Como aquela estória (estória e não História) de que o laboratório de informática veio por mérito único e exclusivo de quem supostamente o fez. Queria dizer, a respeito disso, que andei me informando e, posso afirmar que o projeto está incluindo dentro do programa da inclusão digital do combalido governo federal e, caso não existisse esse programa a administração atual não montaria nem um laboratório de ábaco, quanto mais com máquinas Olivetti, e ai, não tinha projetista ou pseudo-projetista que convencesse um gestor demente, dentro de uma história de vários gestores dementes, a implantação de tal feito.
Concordo que temos que dar a Cezar o que é de Cezar. E o que não é de Cezar? É possível estabelecer um limite? Porque a nossa história estar recheada de “Cezares” e como não estabelecemos um limite para o que não é de Cezar, os “Cezares”, eles mesmos (maiscedo, brasil, tangirino, costa, peixote) levam tudo e para nós, apenas ações pontuais e minguadas. Quando falo que temos uma parte de responsabilidade, é porque tivemos o privilégio, infelizmente negado a maioria, de enxergar um palmo além do nariz e em muitos aspectos nos omitimos; não damos a cara para bater e ficamos calados atrás da cortina, contribuindo para encher o saco da ignorância. Dar A Cezar o que é De Cezar, a Deus o que é de Deus, a Jajá o que é de Jajá, a Leni o que é de Leni, esse é o discurso sempre empregado, só resta mudarmos um dia e falarmos: Dá ao povo o que é do povo!
Tito, a expressão dá a Cezar o que é de Cezar pode, com toda certeza, ser trocada por dá ao povo o que é do povo. Embora essa expressão tenha surgido na Roma Antiga e perpetuada até hoje, não pretendo utilizá-la pra esconder ou maquear as falhas da administração municipal, estadual ou federal, apenas a usei para que possamos nos libertar de velhas concepções no sentido de apontar quem e o que merece aplauso e quem e o que merece vaia nas situações práticas. É certo que existem mais vaias do que aplausos nas gestões municipais, mas há algo, de algum tamanho que mereça aplauso quando se passou muito tempo sendo negado. É aplaudir uma pessoa quando ela mostra que nem tudo é ruim em meio a tanta desorganização, ou seja, temos que saber quando é a hora de aplaudir ou vaiar e a quem aplaudir ou vaiar. Mesmo assim, não há um determinismo. Recentemente, presenciei um absurdo que merece ser capa de O ARROTO. Em breve: "A democracia de um só". O vc diria de um representante do povo que adotasse o lema: EU SOU A DEMOCRACIA. LEITORES AGUARDEM.
por Cledenilson Moreira - Cientista Social - UFRN.
Tito Lívio
NÃO É HORA DE APLUDIR!
Quando se trata de direito adquirido, nada de ovacionar!
Que o beco é quase sem saída isso já sabemos; agora querer dar mérito há uma estirpe de canalhas por cumprir, contra a vontade, e isso você sabe, uma coisa que é obrigação, é pura idiotia misturado com idolatria pelega!
O que torna um administrador comprometido e uma administração compromissada, não são as ações pontuais e reduzidas que faz com que as prefeituras funcionem arquejando, pedindo a cada dia, goles d’água, para saciar a sede dos moribundos. A capacidade de inovar, ousar, arrojar, diante de ações, que são obrigatórias, mas, que não causam problemas, caso não sejam executadas, são, a meu ver, primordiais e essenciais, para avaliar as ações administrativas. Como fica a problemática ambiental, o destino adequado ao lixo domiciliar e hospitalar? Programas de geração de emprego e renda? A agricultura? A saúde, com sua política de ambulância? E até mesmo a educação?
Pagamento em dia é Lei, e por isso mesmo não merece aplausos; Coleta de lixo tem que ser feita (o problema está na destinação) e por isso não merece aplausos; Aumento salarial é um direito, e por isso não merece aplausos. Agora, aquilo que é direito nosso, porém, não está externado com uma obrigação (apesar de ser) são de fato, ações dignas de serem aplaudidas.
O termo dá a Cezar o que é de Cezar, com certeza, sei que veio da Roma antiga. Agora, o problema é que não vejo motivo real e verdadeiro de se aplaudir ninguém; um minguado aumento salarial, não pode, jamais, encobrir ações coercitivas, nefastas, doentias, incompetentes, por causa de meros 15% (nem se fosse 100%). Partindo do princípio, que esse aumento, que funciona mais com um cala boca, do que com uma ação para resolver o Problema da Educação, Merece Aplausos, o que as ações de descaso, dessa e outras administrações, merecem?
NUMEROS
Formo UM CONJUNTO UNITARIO
FINITO OU INFINITO
ESTANDO CONTIDO
SOU UM CONJUNTO MUITO BONITO,
ENUMERÁVEL POR SUA VASTIDÃO
PARA TODO QUAQUER que SEJA UMA FRAÇÃO
COM OS INTEIROS, POSSO DIVIDIR A APARÊNCIA DO PRÓPRIO OU IMPRÓPRIO
NATURAIS ME CHAMAM
POSSO SER RACIONAL
COMO QUALQUER SENSATO
COMPARÁVEL COMO IRRACIONAL
MAS ME TRANSFORMO EM DECIMAIS
COM A UNIÃO PERTINETE SOU REAL
POSSO MEDIR QUALQUER DIMENSÃO OU EXATIDÃO DAS GRANDEZAS MENSURÁVEL
OU Comparar COM A GRANDEZA DO UNIVERSO INCOMENSURÁVEL
FAÇO PARTE D AS OPERAÇÕES: ADIÇÃO, SUBTRAÇÃO, MULTIPLICAÇÃO E DIVISÃO
COM DUAS EQUAÇÕES, FORMO UM SISTEMA, COM MUITA RAZÃO.
autor: Lenaldo
Amigo de verdade
Diz uma linda lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e em um determinado ponto da viagem discutiram.
O amigo ofendido, sem nada dizer,
escreveu na areia:
HOJE, MEU MELHOR AMIGO ME BATEU NO ROSTO.
Seguiram e chegaram a um oásis onde resolveram banhar-se.
O que havia sido esbofeteado começou a
afogar-se sendo salvo pelo amigo.
Ao recuperar-se pegou um estilete e escreveu numa pedra:
HOJE, MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME A VIDA.
Intrigado, o amigo perguntou:
Por que depois que te bati, você escreveu na areia e agora que te salvei, escrevestes na pedra?
Sorrindo, o outro amigo respondeu:
Quando um grande amigo nos ofende, devemos escrever na areia onde o vento do esquecimento e do perdão se encarregam de apagar.
Porém quando nos faz algo grandioso, devemos gravar na pedra da memória e do coração; onde vento nenhum do mundo poderá apagar.
autor desconhecido
• OTIMISMO
Se existe uma pedra em seu caminho, não a tenha como um obstáculo
Se alguém tentar lhe derrubar, lute para conseguir a vitória
Se alguém lhe ensina a mentir, mostra para ele a verdade
E se você errar aprenda com ele.
and se alguém quiser lhe guerrear, mostre o caminho da paz.
Se você tem momentos de tristezas,
A vida oferece momentos prazerosos
E vários motivos que possa te fazer sorrir,
Vale a pena viver.
Autor: Lenaldo.
OPTIMISM
If a rock in its way exists, does not have it as an obstacle
If somebody to try to knock down fights to it to obtain the victory
If somebody teaches to it to lie sample for it the truth
if you to make a mistake.learn with it.
E if somebody to want to fight,
show the way to it of the peace.
If you have moments of sadnesses,
The life offers pleasant moments
E some reasons that make to smile can you,
Valley the penalty to live.
Author: Lenaldo.
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