COM A CUIA NA MÃO.
Em uma cidade pequena abandonada
Desgovernada por um Rei despótico e carniceiro
Que jurava: “eu não roubo o dinheiro”
Mas, enganava mentia, não fazia nada.
Permaneceu por quatro anos longos,
Desditosos, infelizes e sem pudor
“Renovou” por mais quatro nosso horror
Acabou o saneamento, só restou os pernilongos.
Para nossa desgraça e arrependimennto
Transformou a saúde em algazarra
Limitou-se a pileque e muita farra
A Educação no eterno sofrimento.
Mas, achou ainda quem o aclame
Por migalhas caídas do furto feito:
Os babões que lhe chama: Meu Prefeito
E ninguém tem o direito do Reclame.
Encontrou ainda serventia
Num batráquio gorducho, arredondado
Um caçote com trejeito de “veado”
E um Mané com os olhos de uma gia.
Com ajuda do caçote engolidor,
Atacou com mentiras e impropérios
Não poupou nem os Santos do andor
Nem defuntos dos nossos cemitérios.
E lá se foi o caçote trejeitado
Com a chapa na boca reluzente
Se achando o mais formoso, o diferente
Mas não passa de um batráquio “aveadado”.
Falseou uma carta aberta e mentirosa
Utilizando a identidade da vítima no diário,
Seu CPF escancarado em verso e prosa
Como fez quando usou “pru” crediário.
Atacou todos com ódio e rancor
Com o bafo de carniça e cachaça
Escancarou a calúnia em pública praça
Ignominioso, Sem vergonha e sem pudor.
O caçote saltitante deu risada
Na desgraça alheia apetecida
Como a ação de um veneno formicida
Deixou para todos: um bojo de cagada.
E continuam ainda lá, na bonança
Maltratando quem eternamente sofre
Espalhando mentira como esperança.
Com os copos de pinga e o roubo do cofre.
Mas não se apoquente esperançoso cidadão
Que nesse disse me disse e nesse sei não sei
Resta-nos esperança sem a solução,
E as ordens do demente e do caçote gay.
Pois quem na vida se educa para o bem
Jamais cede a pressões da corrupção
Mesmo que pra isso pareça ser ninguém
E andarilhe em protesto, COM A CUIA NA MÃO.
TITO LÍVIO - Apenas um metido da cidade de Pedro
Velho e, agora, em tempos de crise, se encontra seriamente ameaçado no seu orçamento e por isso optou por estender a cuia na mão do que ter que levar o roubo do cofre público
Não esqueçam de depositar o seu quinhão!!!
À MINHA MÃE MORTA
Marcos Teixeira
A teu lado estou, vejo teus lábios opacos...
Que agora dormem como jamais dormiram
Cansados os teus membros já expiram
Como se ainda assim chorasse aos fracos...
Eu. Insignificante, mero alheio!
Fruto estéril das tuas entranhas,
Respiro os ventos vindos das montanhas.
E como se dormisse a morte veio...
Do ventre que descansa e volta a terra
Vejo no semblante que se encerra
Como o sol que se esconde todo dia...
Não vejo mais sorriso, lágrima ou choro,
Apenas uma luz da cor de ouro
Esculpe-te ao rosto, o rosto de Maria.
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